Abaixo você encontra a relação de monografias dos membros analistas do IJUSP, em ordem alfabética, pelo sobrenome do autor. A leitura das monografias é permitida através de consulta direta ao autor.
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Este trabalho pretende abordar a teoria na clínica junguiana, destacando seus aspectos mais importantes. Os métodos dialético, analítico-redutivo e sintético-redutivo são apresentados e evidenciam as características mais gerais do modo como Jung aborda a psique. Um outro aspecto tratado é a relação entre a teoria e a prática clínica que, neste texto, é olhado a partir da disjunção entre conhecimento representacional ou teórico e conhecimento prático, aqui chamado de tácito ou pessoal. O modelo clínico junguiano é desenhado a partir, tanto das peculiaridades do setting analítico, quanto das principais questões que se colocam no eixo clínico da Psicologia Analítica: a psique múltipla, os complexos e o diálogo com as figuras da imaginação, sonhos e imaginação ativa, transferência e contra transferência a relação ego-Self e o processo de individuação.Ao final, algumas reflexões sobre o tripé para a formação dos analistas:análise, supervisão e teoria.
O texto mostra a relação paradoxal que Deus estabelece com Abraão através da ordem de sacrificar seu filho. Abraão, o Patriarca da Fé, é posto frente a uma tarefa de grande dor: a morte do próprio filho. São analisados aspectos da relação entre pai e filho e a obediência a uma ordem superior. O texto termina com o relato do retorno solitário do filho e suas reflexões. No final é feita uma correlação entre estes arquétipos e o trabalho clínico.
O homem moderno parece estar muito inconsciente de si mesmo e de sua inserção na natureza; embora aparente liberdade, encontra-se escravo de muitas coisas, seu espírito paira inquieto e insatisfeito.
A neurose tornou-se lugar-comum no mundo. A esterilização da natureza e a ausência de alma na humanidade são coisas a serem tratadas, pois se sabe que a relação homem versus natureza ultrapassa a institucionalização, envolve fatores culturais, psíquicos, místicos, simbólicos e religiosos. Daí a necessidade de busca de resgate do sagrado.
O objetivo deste estudo foi o de, primeiramente, buscar, via xamanismo, um resgate da experiência íntima e espiritual do ser humano e não só cosmologia, bem como deitar o olhar sobre as profundezas insondáveis da alma, cujo sentido é uma conciliação total do homem com o mundo, mesmo e com Deus.
A preocupação de Erna van de Winckel de que a completude humana só tivesse sentido quando nos permitisse passar do natural ao sobrenatural,da Imago Dei em nos ,à experiência viva da presença divina,me fez refletir sobre tal processo na figura de Thomas Merton.
Esta monografia é um estudo sobre o arquétipo do herói, fundamentado na interpretação e amplificação do mito cosmogônico- e escatlógico- dos Apapocuva/Garani, uma tribo indígena brasileira, que foi estudada por Curt Nimuendaju Unkel, um dos mais renomados etnólogos da primeira metade deste século. Inicialmente são mencionadas algumas particularidades essenciais ao mito indígena enfocado, procurando-se situe-lo segundo elementos históricos e antropológicos.
A seguir, discorre-se sobre o tema do herói segundo dois ângulos diferentes de visão: o ângulo da mitologia grega (mito) e o ângulo da Psicologia Analítica, de C. G. Jung ( arquétipo).
O destaque da monografia é a interpretação centrada na figura do herói do mito Apapocuva, que descreve a caminhada de Nhnderique, desde a sua concepção, passando pelas várias proezas, até atingir a Ivi-maraei, a Terra Sem Mal. Através da riqueza do material mítico, os símbolos vão sendo elaborados, tornando possível uma maior apreensão, conceitual e imagética, do arquétipo do herói. Finalmente, com base no material apresentado, discute-se a importância do arquétipo do herói e a sua função no processo se desenvolvimento da personalidade.
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