Psicologias Arquetípicas:
Os lugares por onde andamos
Realização: Anima Mundi – Núcleo de Psicologia Arquetípica do Ijusp
Realização: Anima Mundi – Núcleo de Psicologia Arquetípica do Ijusp

A psicologia arquetípica inicia-se com James Hillman mas se constituiu – como prega um de seus mais importantes fundamentos – na multiplicidade. Desde sua criação, vários nomes, como Rafael Lopez-Pedraza, Patrícia Berry, Edward Casey, Mary Watkins, Adolf Guggenbhul-craig, Thomas Moore, Lyn Cowan, Stanton Marlan, contribuíram para seu desenvolvimento e consolidação.
Além disso, Hillman se embrenhou por muitos dos temas da psicologia clássica junguiana, aprofundou-se e desenvolveu seu próprio estilo entre esses caminhos, sempre se preocupando em abarcar a dimensão da cultura e da história, na forma como se manifestam na imaginação. Além desses, fala de temas como guerra, depressão, traição, pornografia, suicídio, pânico, fracasso, alquimia, anima, puer e senex, poder, dentre outros. Ao escrever, Hillman disseca seu texto de forma a produzir vários ângulos de seu tema, num exercício imaginativo, reflexivo, poético e múltiplo.
A lista de nomes e temas estudados e pesquisados, tendo como base a psicologia arquetípica, até os dias de hoje é infindável. É nesse espírito, honrando o princípio do “muitos” em oposição ao “um”, que esse primeiro encontro acontece. Por onde nós, aliados da psicologia arquetípica, temos andado?

Tema: “A minha arte é ser eu. Eu sou muitos”: a psicologia arquetípica na arte da multiplicidade
Psicóloga clínica, mestre em estudos junguianos pela PUC-SP, analista membro pelo IJUSP, AJB e IAAP, coordenadora do Thiasos, oficina de imaginação compartilhada e coordenadora do Anima Mundi- Núcleo de Psicologia Arquetípica do ijuspa

Tema: Psicologia Arquetípica e Fenomenologia: tensão epistemológica no pensamento de James Hillman
João Corá é Psicólogo Clínico, especialista em Psicologia Analítica, Mestre em Filosofia, Mestre em Psicologia e atualmente doutorando em Psicologia pela UFPR. Pesquisa as bases filosóficas e epistemológicas do pensamento de James Hillman. Autor do livro “O Dionisíaco Amor à Vida: entre Jung e Nietzsche” e do artigo “Archetypal Psychology and Husserl’s Phenomenological Method: Working with Dream Images”.

Tema: Envelhecer, morrer, enlouquecer
Léa Frias Amato – Psicóloga clínica, analista junguiana membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA) e IAAP. Coordenadora do Núcleo de Psicologia Arquetípica (Nuparq) da SBPA. Coordenadora do curso de Pós-Graduação em Psicologia Analítica do Instituto Freedom.

Tema: “A burrice da mariposa e a força inexorável da repetição: uma cena sob a perspectiva da Psicologia Arquetípica “
Psicanalista junguiano, coordenador de seminários sobre a psicologia arquetípica de James Hillman e o pensamento pós junguiano. Fundador do LAPA :laboratório de psicologia arquetípica e do Thiasos: Oficina de imaginação compartilhada.

Tema: O corpo da imagem e a imagem do corpo – a vingança de Afrodite.
Malena Contrera é psicoterapeuta analítica, diretora do Instituto do Imaginário e professora titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Unip. Tem um percurso de pesquisa que passa pelos temas da Imagem e do Imaginário, da Mitologia, da Astrologia, dos Vínculos e da Empatia, a partir de um olhar que busca as conexões sistêmicas complexas.