IJUSP – Instituto Junguiano de São Paulo Bem-vindo ao Instituto Junguiano de São Paulo-IJUSP, filiado à Associação Junguiana do Brasil-AJB e a International Association for Analytical Psychology-IAAP, com sede em Zurique, Suíça, entidade que congrega os analistas junguianos internacionalmente.

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Associação Junguiana do Brasil International Association for Analytical Psychology IAAP (Zurique)

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Psicoterapia Junguiana

Psicoterapia Junguiana

Irene Gaeta
Editora Vetor, 2011

O livro Psicoterapia Junguiana relata a experiência de ampliação de consciência, vivida no processo de psicoterapia, com aplicação de calatonia e expressa por meio de realização de mandalas . Trata-se de uma pesquisa qualitativa, baseada em casos clínicos, interpretados à luz da psicologia analítica junguiana . A ampliação ocorreu sempre que, neste processo, algum conteúdo inconsciente foi integrado à consciência. Quando o conteúdo inconsciente encontrava-se retido pelos mecanismos de defesa, pressionando e provocando aumento do nível energético do inconsciente, a emergência de um novo símbolo, possibilitado pela calatonia e expresso nas mandalas e/ou nos processos de associações, permitiu a transformação da estrutura da consciência e a assimilação do conteúdo inconsciente, que, anteriormente, não podia ser assimilado. A experiência conjunta, corporal e artística, no processo de calatonia e realização das mandalas, apoiada na singularidade da relação entre paciente e terapeuta, reproduziu condições semelhantes às das primeiras relações interpessoais, propiciando a transformação dos complexos e a ampliação da consciência.

Palavras-chave: ampliação da consciência, calatonia , mandalas, inconsciência, psicologia analítica.

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Tornar-se quem se é: a constelação do Self no jogo de areia

Edna G. Levy                                                                                                                   Armazém Digital, 2011

O Sandplay-jogo de areia viabiliza uma visão concreta do processo do inconsciente, sendo eficaz tanto como terapia auxiliar do processo analítico quanto como um processo autonômo.   A análise de um processo terapêutico no jogo de areia feita de forma abreviada, tendo como objeto de análise somente o CENTRO dos cenários, possibilita alcançar uma visão panorâmica dos estágios do desenvolvimento psíquico. É claramente observável a reordenação da personalidade desde o início, o confronto com a sombra, a diferenciação dos opostos e a possível constelação do Self. 

Por meio do jogo de areia surge uma nova relação do individuo com a sua imaginação e com o seu eu interior, ganha uma nova sensação de seu valor e força, pois literalmente a vê em seus cenários. A união dos opostos é o que se concretiza na caixa de areia e ela assume a função transcendente dentro do processo terapêutico, com o jogo de areia, ao desempenhar o papel de diálogo entre consciente e inconsciente. Trazer para a concretude o mundo inconsciente nos ajuda a alcançar a consciência, reconhecendo a própria condição e possibilitando a realização das transformações necessárias.

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Estudos sobre a Homossexualidade – Debates Junguianos

Carlos Alberto Corrêa Salles (Organizador)
Jussara Maria de Fátima César e Melo (Organizadora)
Gustavo Barcellos
Ítalo Mudado
Denise Amorelli Silveira
Vittorio Lingiardi

Editora Vetor, 2011

Autêntico, envolvente, corajoso. O livro Estudos sobre a homossexualidade: debates junguianos questiona os conceitos simplistas e abre caminho a novos e relevantes debates. Resultado das palestras realizadas no XII Simpósio da AJB, promovido pelo Instituto C. G. Jung – MG, trata-se de uma leitura oportuna e necessária nesses tempos em que é fácil rotular, árduo estudar e investigar os complexos processos internos que permeiam a vida de cada um. Da análise das relações amorosas na Grécia Antiga, passando pelos conceitos e preconceitos até os dias de hoje, o texto traduz a nova visão da homossexualidade não apenas como uma orientação sexual, mas principalmente como uma preferência afetiva.Na trama complexa de emoções, sentimentos, desejos, fantasias, o livro ajuda a dissolver preconceitos e equívocos e revela-se como importante fonte para compreendermos essa busca de todos nós, que é viver a bem-aventurança, a dignidade e a liberdade de fazer nossas próprias escolhas amorosas, tomando consciência do feminino e do masculino que mora em cada ser.

livro_compadre

O Compadre, uma análise psicológica possível de Exu

José Jorge de Morais Zacharias
Vetor Editora Psicopedagógica, 2010

No contexto da valorização da cultura e religiosidade afro-descendente, mais especificamente do candomblé e da umbanda, este trabalho procura compreender, à luz da psicologia analítica, os aspectos simbólicos do orixá Exu. Confundido muitas vezes com o diabo cristão, Exu apresenta uma dinâmica simbólica completamente diferente e muito mais ampla. São apresentadas questões sobre monoteísmo e politeísmo na psicologia analítica, análise e mitologia africana de Exu no candomblé, a transformação de Exu como portador da sombra pessoal e social na umbanda e correlações arquetípicas com Hermes e Loki.

Capa

Irmão: psicologia do arquétipo fraterno, O

Gustavo Barcellos
Editora Vozes, 2009

Fraternidade não é unificar diferenças, é diferenciar semelhanças. A experiência da alteridade é inquietante, desafiadora, e começa com o irmão. O campo do Outro é vasto, cheio de prazeres e dores. Tanto do ponto de vista pessoal, quanto do ponto de vista coletivo, as possibilidades do arquétipo fraterno são imensas: solidariedade, companheirismo, amizade, associações, cooperação, entendimento, lealdade, aceitação. Também grandes são suas feridas: rivalidade, inveja, hostilidade, autoritarismo, guerras civis, intolerância, preconceito.
Principalmente no que tange o arquétipo fraterno, nossa tradição mitológica e cultural inicia-se com uma história de disputa, rivalidade e ciúme entre irmãos, que leva ao fraticídio e ao exílio: Caim e Abel. É uma ferida muito profunda. O mito coloca, já de início, as relações de irmandade num lugar de horror, de morte e de impossibilidade. As emoções da inveja e do ciúme, sempre tão corrosivas e patologizadas, estão contidas nessa história de modo paradigmático. É preciso adentrar a fantasia dessas emoções, para se entender mais profundamente as feridas e a sombra das relações simétricas. Apesar de capturarem nossa alma às vezes de modo muito semelhante, e de podermos por isso confundi-las, inveja e ciúme são emoções bastante diferentes.
É com o irmão que aprendemos a dividir e compartilhar, onde aprendemos horizontalidade nas relações. O irmão é a base arquetípica para a construção do Outro, e para a recriação de uma idéia e de um sentido de comunidade dentro das novas ordens do Ocidente contemporâneo.

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Tipos, a diversidade humana

José Jorge de Morais Zacharias
Vetor Editora Psicopedagógica, 2006

Apresenta uma releitura da teoria dos Tipos Psicológicos de Jung em linguagem mais acessível e direta. Inicia com uma breve revisão histórica da preocupação humana com as diferenças individuais, passando por vários sistemas tipológicos e a construção do conceito de incosnciente, da antiguidade até o rompimento entre Feud, Adler e Jung. Segue com uma explanação objetiva sobre a tipologia junguiana, suas aplicações, descrição dos 16 tipos possíveis e uma relação de pesquisas produzidas nesta área.

Capa - Vôos e Raízes

Vôos e Raízes

Gustavo Barcellos
Editora Ágora, 2006

A alma brasileira é o fio condutor dos ensaios apresentados pelo psicoterapeuta e analista junguiano Gustavo Barcellos no livro Vôos e raízes, lançado pela Editora Ágora. Em uma iniciativa ousada, ele usa o pensamento de Jung não apenas para as questões clínicas, mas também para entender os movimentos culturais. O resultado dessa reflexão psicológica está presente nos 12 artigos que compõem a obra. A leitura que o autor faz sobre psicologia, arte, poesia, bossa nova, cultura brasileira, cidades, corpo e morte mostra como é possível voar na imaginação e manter-se enraizado na realidade.
Escritos em diferentes momentos e apresentados em diversas ocasiões, os ensaios de Barcellos lançam um olhar arquetípico sobre questões, expressões e aflições da alma coletiva para refletir sobre seus modos de curar ou adoecer a psique individual. Esse exercício tem como base a tradição do pensamento de Jung e de James Hillman, o mais renomado psicanalista e analista junguiano da atualidade.

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Mutilação da alma brasileira, A

Dulce Helena Rizzardo Briza
Editora Vetor, 2006

Este livro é uma interpretação original de Dulce Helena, dos elementos simbólicos constitutivos da alma brasileira. Para conhecermos a alma coletiva de uma nação é preciso, antes de tudo, conhecer os seus mitos.
Num mundo globalizado sofremos de influências de culturas as mais diversas. Em especial no Brasil, que já é formado por sincretismos de diversas religiões, raças, etnias e povos diferentes.
O impacto dessas influências pode levar a uma síndrome de desenraizamento psíquico, com perda de identidade, levando a estados neuróticos. O conhecimento de nossos mitos que formam nossa matriz arquetípica constitui um antídoto que restitui nossa identidade perdida, tanto num plano coletivo quanto pessoal. Este livro é uma leitura indispensável para todos aqueles que sentem a necessidade de se reencontrar na sua cultura como indivíduos saudáveis.
Dr. Glauco Ulson

Capa - O Pai Possível - Conflitos da paternidade contemporânea

Pai possível: conflitos da paternidade contemporânea, O

Durval Luiz de Faria
Editora EDUC/FAPESP, 2003

O tema deste livro – os conflitos do pai no relacionamento com os filhos em um contexto de mudanças familiares típico do século XX – tem, por si só, um escopo de interesse mais amplo do que o da área acadêmica em que se insere – a Psicologia Clínica. O autor aponta a necessidade de uma releitura dos papéis da paternidade instaurada pelo movimento histórico e cultural que inseriu a mulher no mercado de trabalho e retirou do homem o papel de provedor único.

Capa - Existências Fascinadas

Existências Fascinadas: história de vida e individuação

Paula Perrone
Editora Annablume/FAPESP, 2003

A clínica no sentido de inclinar-se, de cuidar com atenção, é o fio que teceu esta pesquisa. Por isso mesmo ela se compõe de duas atitudes: a palavra e a escuta. O exercício do pesquisador foi acompanhar a travessia que os narradores empreenderam ao interior de suas experiências de vida através do oceano de suas lembranças e significados. A experiência do pesquisador foi além: espanto, reflexão, aprofundamento e vínculo. A escuta opera o milagre de abrir o campo das imagens, ir em busca delas, o que possibilita desvelar o caminho da alma através da arte narrativa. A história de vida expressa a perplexidade diante do destino. Ela vem do encontro consigo mesmo que parece estar em viver a própria dificuldade, evidenciada e reeditada no relato da experiência. Os relatos foram ouvidos a partir dos complexos que se evidenciaram e que permitiram a compreensão do processo de individuação dos narradores.

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